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Os Sete Reinos é o nome dado ao reinado que controla a maioria do continente de Westeros, governado pelo Rei que ocupa o Trono de Ferro em Porto Real, a Capital do Reino. Embora sejam nove regiões distintas que compõem o continente, na eṕoca em que Aegon, o Conquistador iniciou a unificação política, eram apenas sete reinos independentes. As duas últimas regiões foram formalmente estabelecidas depois da conquista.

História

Veja também: Guerra da Conquista

Quando Aegon, o Conquistador chegou a Westeros na era anterior à da conquista, ele teve que combater sete diferentes reinos, os sete reinos originais, que eram;

Com a ajuda de seus dragões, Aegon conseguiu conquistar e unificar seis dos sete reinos, com a exceção de Dorne, que iria se juntar à dinastia Targaryen mais tarde por meio de união matrimonial. As casas Stark, Lannister e Arryn, que juraram lealdade para Aegon, foram autorizados a manter seus domínios, não mais como reis, mas como Lordes Soberanos de suas respectivas regiões — Norte, Oeste e Vale - assim como seus Protetores, sujeitos à autoridade absoluta do Rei.

Com Casa Hoare eliminada, o reino governado por Harren, o Negro foi dividido, com o povo das Ilhas de Ferro escolhendo Casa Greyjoy como seus governantes, as terras que cercam o Tridente foram dados à Casa Tully como Lordes Supremos do Tridente, e os senhores da terras que cercam a nova capital de Porto Real como vassalos diretos para o Trono de Ferro.

A Casa Gardener também foi obliterada quando o rei Mern IX pereceu no Campo de Fogo. O mordomo de Mern, Harlen Tyrell, rendeu o Jardim de Cima e deu alcance para o conquistador Targaryen, foi assim nomeado Senhor de Jardim de Cima e Protetor do Sul ou Campina.

A Casa Durrandon foi extinta na linha masculina, quando o rei Argilac foi morto por Orys Baratheon em batalha. Como recompensa por sua lealdade, Orys foi concedido o domínio de Argilac, bem como sua filha. Assim Casa Baratheon, Lordes Soberano das Terras da Tempestade, foi criada.

Apesar de rebeliões, guerras civis e a morte dos últimos dragões, a Casa Targaryen continuou como governantes dos Sete Reinos por mais de 280 anos, até as atitudes de Aerys II Targaryen, também chamado O Rei Louco, resultaram na Rebelião de Robert, estabelecendo a Casa Baratheon como a casa dominante e criando uma dinastia com a Casa Lannister, porém a Casa Targaryen não foi extinta, visto que Daenerys Targaryen e Viserys Targaryen III sobreviveram à rebelião quando crianças, Viserys faleceu e Daenerys instalou-se em Essos, mais precisamente na Baía dos Escravos, dominando Astapor, Yunkai e Meereen, e reivindicando o Trono de Ferro.

Após a Guerra dos Cinco Reis, fato que definiu quem sucederia o Rei Robert Baratheon l, muitos domínios mudaram seus Protetores, como o Norte com a Casa Bolton e as Terras Fluviais com a Casa Frey, devido as casas Stark e Tully terem se rebelado contra o trono de ferro. Tempos depois as duas casas retomariam seus domínios e extinguindo os Bolton e os Frey no processo.

Atualmente, Westeros está dividida em várias facções devido aos acontecimentos recentes:

•Aliança Stark-Arryn: Jon Snow e Sansa Stark, com a ajuda dos Cavaleiros do Vale, do Povo Livre e de algumas casas nortenhas, retomaram o controle Stark no Norte e Jon foi declarado Rei pelos vassalos.

•Aliança Targaryen: Targaryen, Tyrell, Martell e Greyjoy lutam por Daenerys Targaryen, que finalmente chegou em Westeros e se instalou em Pedra do Dragão.

•Aliança Lannister-Greyjoy: Cersei Lannister fez uma aliança com Euron Greyjoy, novo rei das Ilhas de ferro, para lutar pela manutenção Lannister no trono.

Os Stark e os Targaryen tem uma aliança formal feita, somente os Lannister e os Greyjoy tendo inimigos para todos os lados e mantendo um gigantesco isolamento político.

Governo & Política

Veja também: "Senhorio"

Os Sete Reinos constituem uma monarquia absolutista governado por um Rei que detém o título de "Rei dos Ândalos e dos Primeiros Homens","Rei dos Ândalos dos Roinares e dos Primeiros Homens", "Lorde dos Sete Reinos" e "Protetor do Território". Abaixo do Rei, como posição mais poderosa e de maior responsabilidade, está a Mão do Rei, que é uma pessoa - geralmente um Lorde - escolhido pelo próprio Rei para ser seu mais importante conselheiro. A Mão do Rei, na ausência deste, governa em seu lugar e pode, inclusive, sentar-se no Trono de Ferro. No caso de o Rei ser menor de idade e impedido de governar de modooloó propício, o governo fica nas mãos de um Regente, que pode ser a Mão, a Rainha víuva ou algum outro Lorde selecionado para o cargo.

Ajudando o Rei e a Mão, na Capital, existe o Pequeno Conselho, uma câmara de Lordes que aconselham o Rei e/ou a Mão nos quesitos econômicos, estratégicos e jurídicos. As posições que são permanente no Conselho são:

O Rei pode, ainda, apontar outros conselheiros para o Conselho, embora eles não detenham nenhum posto oficial. Eles operam sem responsabilidade fixa.

Regiões administrativas

Abaixo do Rei, da Mão e do Pequeno Conselho, mas ainda gozando de grande autonomia e influência, estão os governadores de cada regiões, alguns do quais também detêm o título de Protetores da Região.

Debaixo dos governantes de cada região constituinte encontram-se os seus vassalos: senhores e cavaleiros com terras, que governam em nome de seus senhores e juram responder a sua convocação quando a necessidade surge. Esses senhores podem ter, por sua vez, seus próprios senhores e cavaleiros jurados governando porções de suas próprias terras.

Atuais regiões administrativas

Nome Governante Grande Casa Capital
Dorne Príncipe de Dorne (formalmente)
Ellaria Sand (de fato)
Casa Martell (formalmente) Lançassolar
Terras da Coroa Rei dos Ândalos e dos Primeiros Homens (todas as terras da coroa a exceção da Ilha de Pedra do Dragão e Derivamarca
Senhor de Pedra do Dragão (apenas Ilha de Pedra do Dragão e Derivamarca)
Casa Lannister (de fato)
Casa Baratheon de Porto Real (formalmente todas as Terras da Corroa a exceção de Pedra do Dragão e Derivamarca)
Casa Baratheon de Pedra do Dragão (formalmente Pedra do Dragão e Derivamarca)
Casa Targaryen (reivindicante de todas as Terras da Coroa)
Porto Real
Campina Lorde Soberano da Campina/Protetor do Sul Desconhecido
Casa Tyrell(formalmente)
Jardim de Cima
Terras Fluviais Lorde Soberano das Terras Fluviais Desconhecido
Casa Frey(formalmente)
Correrrio
Terras da Tempestade Lorde Soberano das Terras da Tempestade Desconhecido
Casa Baratheon de Ponta Tempestade (formalmente)
Ponta Tempestade
Terras Ocidentais Lorde Soberano das Terras Ocidentais/Protetor do Oeste Casa Lannister Rochedo Casterly

Antigas regiões administrativas

Nome Governante Grande Casa Capital Precedido por Sucedido por
Dádiva Lorde Comandante da Patrulha da Noite Nenhuma Castelo Negro Dádiva Dádiva
Norte Lorde Soberano do Norte Casa Stark Winterfell Reino do Norte Reino do Norte
Vale de Arryn Lorde Soberano do Vale de Arryn/Protetor do Leste Casa Arryn Ninho da Águia Reino da Montanha e do Vale Reino do Norte
Ilhas de Ferro Lorde das Ilhas de Ferro Casa Greyjoy Pyke Reino das Ilhas de Ferro
Reino das Ilhas e dos Rio
Reino das Ilhas de Ferro

Justiça

Ver artigo principal: Leis e costumes

Nos Sete Reinos, a justiça é administrada pelo Rei e/ou senhores. As penas para crimes podem incluir flagelação, mutilação, castração ou prisão. Ao sul do Gargalo, onde prevalece a cultura ândala, os castigos são perpetrados por carrascos, executores - como a Justiça do Rei na capital - ou cavaleiros que executam a vontade de seus senhores. No Norte , no entanto, onde prevalecem os caminhos dos Primeiros Homens, espera-se que os senhores executem sentenças pessoalmente.

A traição e a rebelião podem ser punidas de várias maneiras, como enforcamento ou decapitação, mas também pelo exílio ou despojado de terras e títulos - o que também pode estender-se a toda a família da pessoa atingida. No caso dos nobres, a tomada de um membro próximo da família, como um filho ou filha, como refém para o bom comportamento do nobre também é comum.

A escravidão ou o comércio de escravos também são proibidos e puníveis com a morte. Ladrões e contrabandistas são geralmente punidos pela mutilação através da amputação de uma mão, enquanto estupradores são sujeitos a castração. Levantar armas contra um senhor a quem prometeu lealdade ou recusar-se a responder a uma convocação de um senhor também é considerado uma ofensa capital.

Os suspeitos de crimes são julgados pelos senhores ou pelo próprio Rei. As partes podem invocar um julgamento por combate para provar a justiça de suas posições. Ambas as partes podem lutar ou nomear um campeão para representá-los. O grupo vitorioso é considerado julgado correto pelos Sete.

Qualquer criminoso, no entanto, pode juntar-se à Patrulha da Noite para evitar a punição. Aqueles que escolhem "pegar o preto" estão fora do alcance da lei, até mesmo um edito do rei, enquanto eles juram o juramento de servir a Patrulha até a morte. O castigo pela deserção, assim como no caso da traição, é a morte.

Economia e moeda

Ver artigo principal: Moeda

"Westeros progrediu sob a dinastia Targaryen. As guerras triviais dos Sete Reinos findaram e a sede interminável por pequenas glórias que as incitavam. As Terras Ocidentais enriqueceram o reino, o Norte o guardou e a Campina e as Terras Fluviais o alimentaram."
―Margaery Tyrell[fonte]

As transações monetárias nos Sete Reinos usam uma forma de moedas moeda conhecida como o Dragão de Ouro, e suas várias denominações, como o Veado de Prata e Estrelas de Cobre.

A sociedade feudal dos Sete Reinos tem uma economia principalmente agrária. O excedente alimentar apoia as populações das cinco grandes cidades e das várias pequenas cidades e vilas. As cinco cidades principais são, em ordem decrescente do tamanho: Porto Real, Vilavelha, Lannisporto, Vila Gaivota, e Porto Branco.

A Campina e as Terras Fluviais são as duas principais regiões de produtoras, que têm terras agrícolas tão férteis e produtivas que não só atendem às suas necessidades locais, como também podem exportar alimentos para os outros reinos. A Campina é também uma importante região produtora de vinhos e, em particular, contém a Árvore, uma grande ilha ao largo da costa sul de Westeros, que é o principal centro produtor de vinho para todo o reino.

As Terras da Coroa são mais ou menos agrupadas com as Terras Fluviais nesta consideração, porque foram criadas somente três séculos há quando Aegon I Targaryen as tirou dos domínios de seus disputantes. As Terras da Coroa não são explicitamente ditas como exportadoras alimentos, mas sim, são necessárias para lidar com as grandes demandas alimentares da capital, como Porto Real é a maior cidade do continente.

A Campina e as Terras Fluviais alimentam o reino, mas as Terras Ocidentais o enriquece. As maiores minas de ouro em Westeros estão localizadas nas Terras Ocidentais e, de fato, a maioria das minas de metais preciosos nos Sete Reinos estão concentradas lá. Por outro lado, as Terras Ocidentais são montanhosas, ricas em metais, mas não tão tão férteis quanto outras regiões, pelo que trocam ouro e metais preciosos com as regiões mais férteis, como a Campina e Terras Fluviais, em troca de seu excedente alimentar.

Embora agrícolamente autossuficiente, o Norte tem poucas exportações e uma população menor, mas sua principal contribuição para a economia global do reino é considerada a segurança. O Norte é um vasto limite geográfico que fica entre os reinos do sul e os grupos de invasão dos selvagens que poderiam tentar invadir as terras ricas do sul de Westeros. Como uma região fria, também possui animais com peles pesadas que não estão presentes em regiões mais quentes ao sul, e os pastores produzem lãs pesadas.

Dorne permaneceu independente por dois séculos completos após a Conquista Targaryen, e só veio sob a autoridade do Trono de Ferro, cem anos atrás, por pacífica aliança matrimonial. Assim, não é tão interconectado através do comércio como os outros reinos são. Além disso, devido às imponentes Montanhas Vermelhas na base da península de Dorne, e aos desertos de Dorne central, o transporte terrestre de e para Dorne é razoavelmente difícil, assim não há nenhuma estrada principal que ligue-o aos outros reinos. No entanto, uma quantidade considerável de comércio ainda ocorre por mar, bem como algum comércio terrestre usando caravanas atravessando o deserto. Os desertos secos de Dorne podem não produzir grandes quantidades de alimentos para exportação, no entanto, os vales irrigados permitem uma boa quantidade de agricultura. Porque Dorne é tão climática e ecologicamente diferente do resto de Westeros, culturas exóticas crescem lá que não crescem no resto do continente, particularmente frutas cítricas e azeitonas, bem como especiarias (tanto cultivadas localmente quanto obtidas a partir das Cidades Livres). Os limões para os famosos bolos de limão de Sansa Stark são originários de Dorne. Porque tantos alimentos exóticos estão disponíveis, o vinho Dornico é muito saboroso e diferente dos vinhos da Capina. Nobres dos Sete Reinos que reivindicam um paladar refinado apreciam o gosto exótico do vinho vermelho dórnico ácido. Assim, enquanto Dorne não produz muito na forma de alimentos básicos, produz muitos alimentos de luxo exóticos (ou seja, citrinos) que não são produzidos em qualquer outro lugar no reino - o que significa que Dorne ainda conduz o comércio com o resto dos Sete Reinos em troca de seus produtos exclusivos.

Não muito tem sido dito sobre as capacidades econômicas das Terras da Tempestade e o Vale de Arryn. Partes das Terras da Tempestade são suficientemente férteis, como as regiões costeiras e a metade norte em torno de Ponta Tempestade. De outra forma, são a região mais fortemente florestada no sul de Westeros, contendo duas das três maiores florestas do reino, a Mata de Chuva e a Mata de Rei (a Mata de Rei se espalha pelas Terras da Coroa). A terceira floresta principal é o Mata dos Lobos no Norte, mas mesmo o Norte não pode reivindicar uma concentração tão densa das florestas como as Terras da Tempestade. É lógico que as Terras da Tempestade podem produzir uma quantidade bastante grande de madeira (em comparação com os desertos de Dorne), mas caso contrário, não é um dos reinos mais ricos. O Vale, embora bastante montanhoso, não possui as reservas de metais preciosos que as Terras Ocidentais têm. No entanto, muitos dos vales bem irrigados são realmente bastante férteis, e o Vale pode produzir uma quantidade suficiente de alimentos para sustentar sua população, sem ter que confiar pesadamente nos alimentos importados. Isso contribui para a tática frequente do Vale de escolher o isolacionismo em tempos de turbulência política, fechando as passagens de montanha que o conectam ao resto do reino. Enquanto as Terras Ocidentais podem ter dificuldade para alimentar sua população, se cortadas as importações de alimentos, o Vale pode sobreviver razoavelmente bem sem importações.

Por último, as Ilhas de Ferro são um peso morto carregado pelos outros reinos. Pedras levemente povoadas, inférteis, não é de admirar que sua população tenha se voltado para um estilo de vida de pirataria e invasão. Eles são varridos por ferozes ventos de tempestade fria dos mares, com solos pobres e quase nenhum recurso natural. Os poucos campos de cultivo pobres que estão presentes têm o seu solo rochoso arado por escravos, os homens capturados em ataques e forçados a servidão, como eles geralmente não podem sequer pagar os animais de tração. O único recurso natural que as Ilhas de Ferro realmente possuem são, é claro, minas de ferro - mas não produzem metais preciosos. Os mares ao redor das ilhas, no entanto, são abundantes com peixes, assim, a maior parte de sua economia local é baseada na pesca de subsistência. Os reis Targaryen proibiram os Nascidos do Ferro de atacarem os Sete Reinos, mas continuaram a atacar embarcações e margens estrangeiras, o que proporciona pelo menos um certo afluxo de riquezas e escravos.

Os Sete Reinos também conduzem o comércio exterior vigoroso, particularmente com as Cidades Livres nas proximidades do Mar Estreito em Essos. Os produtos de comércio dos Sete Reinos podem encontrar sua maneira mais adicional leste, e os comerciantes do vinho até o leste como os mercados da cidade de Dothraki de Vaes Dothrak podem ser vistos vendendo o vinho da Árvore. As redes de comércio dos Sete Reinos se estendem até mesmo a Qarth em Mais a Leste: a Casa Lannister das Terras Ocidentais é notada como sendo clientes dos maiores comerciantes de seda de Qarth. Especiarias e vários outros produtos exóticos também encontrar o seu caminho para os Sete Reinos através da rede de comércio internacional. Porque a escravidão é ilegal nos Sete Reinos, no entanto, e abominável por todas as principais religiões em Westeros, eles não participam no comércio internacional de escravos.

Forças Armadas

Ver artigo principal: Armamento

Os Sete Reinos não possuem uma grande força militar de tempo integral, como fazem algumas das Cidades Livres. Em vez disso, cada senhor permanentemente mantém apenas um séquito relativamente pequeno de cavaleiros e guerreiros pessoais bem treinados e bem equipados. Em tempo de guerra funcionam segundo o princípio dos impostos feudais, com cada senhor levantando seus próprios exércitos dos plebeus que vivem em suas terras. Às vezes, eles podem fornecer a esse armaduras e armas razoavelmente padronizadas e de boa qualidade - embora às vezes, eles são pouco mais do que os camponeses empunhando ferramentas agrícolas afiadas, ou uma tábua com um prego nele. Estes são geralmente suportados por arqueiros, ou mesmo besteiros.

Cada senhor levanta uma força militar de seus vassalos em nome de seu próprio senhor superior. Estes "porta bandeiras" marcham sob as bandeiras de guerra de seu suserano, combinando sua força com sua própria. Por exemplo, a Casa Stark atrai soldados das terras imediatamente ao redor de Winterfell, mas adiciona então a estes cavaleiros e soldados de infantaria das terras da Casa Umber, que por sua vez têm seus próprios porta bandeiras menores. Esta hierarquia se estende até o rei sobre o Trono de Ferro. As regiões de Westeros variam consideravelmente em população e riqueza, afetando dramaticamente o número ea qualidade dos soldados que podem ser levantados.

O Rei sobre o Trono de Ferro nomeia quatro "Protetores" que estão destinados a comandar e coordenar exércitos regionais quando em tempos de crise, quando porta-bandeiras são chamados. Os senhores regionais naquele quarto do reino devem colocar seus exércitos no comando geral do Protetor em seu quarto do reino. O Protetor do Norte guarda contra ataques selvagens de além do Muro, o Protetor do Leste contra o ataque do outro lado do Mar Estreito, e assim por diante.

Os Sete Reinos também empregam um grande número de forças navais. As três frotas principais são a Frota real (estacionada no leste em Porto Real e na Ilha de Pedra do Dragão), a Frota Redwyne (na Árvore no sudoeste), e a Frota de Ferro dos nascidos do ferro (no oeste).

Cultura

Artigo principal: Leis e Costumes

A cultura e os costumes dos Sete Reinos são fortemente influenciados pela etnia dominante em cada uma das suas regiões constituintes. Podem distinguir-se quatro grandes grupos ou regiões culturais.

A influência da cultura Ândalos é mais forte no "sul", nomeadamente no Vale, na Campina, nas Terras Fluviais, nas Terras Ocidentais, nas Terras da Tempestade, nas Terras da Coroa e algumas partes de Dorne. É nestas regiões onde a tradição da cavalaria é mais prevalente.

Os nortenhos, entretanto, continuam a praticar os costumes e a cultura dos Primeiros Homens. Por exemplo, enquanto no sul a execução de criminosos é realizada por cavaleiros e carrascos, a tradição no Norte afirma que "quem passa a sentença deve balançar a espada".

Apesar de ser sangue dos Ândalos e dos primeiros homens, o povo das Ilhas de Ferro desenvolveu sua própria identidade cultural. Com fortes laços com o mar, a cultura dos Nascidos do Ferro está centrada em atividades como pirataria e invasão. Eles acreditam que têm o direito de apreender por força o que consideram necessário - "pagar "preço do ferro'".

Os dorneses, por sua vez, também mantêm sua própria identidade cultural, fortemente influenciada por sua mistura com o povo roinar de Essos. Os doneses praticam iguais primogenitura e têm uma reputação de licenciosidade sexual.

Religiões

Ver artigo principal: Religião

Três religiões principais são seguidas por um grande número de pessoas nos Sete Reinos. De longe, a mais dominante é a Fé dos Sete, depois que os invasores Ândalos a trouxeram para o continente há 6.000 anos, empurrando para fora a adoração dos Deuses Antigos da Floresta. O Norte permaneceu independente dos Andalos assim que a adoração dos Deuses Antigos permaneceu forte lá, com somente alguns bolsões de seguidores. As Ilhas de Ferro seguiram sua religião local do Deus Afogado desde antes da história registrada, e embora alguns Ândalos se instalassem ali, a Fé dos Sete nunca ganhou um apoio significativo nas ilhas. As relações entre as diferentes religiões em Westeros se estabeleceram em uma co-existência rancorosa há muitos séculos atrás.

Deuses Antigos da Floresta

Os Deuses Antigos da Natureza adorados pelas Crianças da Floresta e mais tarde pelos Primeiros Homens. Ainda adorado pelo povo do Norte e alguns isolados outros, particularmente antigas casas nobres, no sul de Westeros. Os Deuses Antigos são numerosos e sem nome. Orações e ofertas são feitas aos deuses antigos na frente das Árvore-Coração árvores do coração. Grandes árvores de Represeiro com rostos esculpidos na casca. Seus seguidores acreditam que os Deuses Antigos podem ver através das Árvore-Coração, o que fez com que os Ândalos cortassem a maioria das Árvore-Coração no sul de Westeros.

Fé dos Sete

A Fé dos Sete foi trazida a Westeros pelos Ândalos. A Fé afirma que existe um deus que consiste em sete aspectos separados: a Mãe, o Pai, o Guerreiro, O Ferreiro, a Donzela, A Velha e o Estranho. As pessoas adoram os Sete em igrejas de sete lados chamadas septos e são conduzidas em adoração por sacerdotes e sacerdotisas conhecidas como "septões" e "septãs". A Fé não é apenas um sistema de crenças, mas também uma instituição liderada pelo Alto Septão do Grande Septo de Baelor em Porto Real. A Fé tradicionalmente não tem sido muito tolerante com outras religiões, mas isso foi relaxado um pouco depois de séculos de coexistência com os seguidores dos Deuses Antigos e do Deus Afogado.

Quando os roinares migraram para Dorne há mil anos, eles se converteram à Fé dos Sete, mas muitas vezes simplesmente ignoraram regras das quais não gostam. Os dorneses modernos têm um relaxados costumes sexuais, não estigmatizando filhos bastardos, homossexualidade, ou amantes formais. Embora sigam algumas das regras da Fé dos Sete mais vagamente, no entanto, os dorneses não são menos devotos.

Deus Afogado

As Ilhas de Ferro, separadas do continente, possuem sua própria religião local que não é praticada em qualquer outro lugar em Westeros. Os Nascidos do Ferro adoram uma deidade severa conhecida como o Deus Afogado, divindade que favorece e supostamente recompensa aqueles que se comprometem a reaver, a guerrear e a saquear em seu nome, e cujo inimigo é o Deus Tempestade. Os adoradores mais fanáticos do Deus Afogado são "afogados" em água salgada e, se dignos, são então revividos pelos sacerdotes do Deus Afogado. Tanto em número de adeptos quanto de alcance, o culto local do Deus Afogado é muito menor do que os Deuses Antigos ou a Fé dos Sete, a tal ponto que, quando as pessoas no continente tomam juramentos, muitas vezes juram "pelos Deuses Antigos [Da Floresta] e os Novos [os Sete]" sem menção do Deus Afogado.

Senhor da Luz

O Senhor da Luz é um deus popular em Essos que é pouco conhecido em Westeros. De acordo com seu clero, os sacerdotes vermelhos, o Senhor da Luz é o guardião da humanidade contra a escuridão, o frio e a morte. Ele é um deus implacável que muitas vezes exige sacrifícios duros de seus seguidores, mas também recompensa seus verdadeiros seguidores com poder e vida. O Senhor da Luz não conseguiu estabelecer um ponto de apoio em Westeros nos milhares de anos passados ​​e é considerado uma "religião estrangeira" do continente oriental. Ainda assim, viajantes e migrantes do continente oriental que vivem atualmente em Westeros, muitas vezes nas grandes cidades como Porto Real, podem ser encontrados em Westeros que adoram o Senhor da Luz. Devido à recente conversão de Stannis Baratheon à religião do Senhor da Luz, muitos de seus seguidores da Ilha de Pedra do Dragão e de outras ilhas das Terras da Coroa que estão na Baía do Água Negra também se converteram à adoração do Senhor da Luz.

Referências

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