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Conspiração do fogovivo.jpg

O Rei Aerys e Rossart inspecionam milhares de frascos de fogovivo.

A Conspiração do Fogovivo foi um plano desenvolvido pelo Rei Louco, quando se aproximava o desfecho da Rebelião de Robert.

Após a vitória dos rebeldes de Robert Baratheon na Batalha dos Sinos, Aerys percebeu que Robert não era um mero senhor fora da lei, mas a maior ameaça à Casa Targaryen desde Daemon Blackfyre. Por isso, ele reuniu seus piromantes e orquestrou um plano para destruir Porto Real caso os rebeldes se saíssem vitoriosos. Jaime Lannister é a única testemunha sobrevivente dessa conspiração, já que o restante da Guarda Real encontrava-se com Rhaegar Targaryen.

Milhares de frascos de fogovivo foram colocados nos subterrâneos de Porto Real. Ao fim, havia centenas de frascos embaixo do Fosso do Dragão, do Grande Septo de Baelor, em cada um dos sete portões e até mesmo embaixo da Fortaleza Vermelha. Os piromantes trabalharam em segredo absoluto, não confiando em seus próprios acólitos.[1]

Lorde Qarlton Chelsted era Mão do Rei à época. Ao saber da conspiração, ele tentou dissuadir o rei dessa loucura. Quando Aerys se recusou a acatar o pedido, Chelsted jogou a corrente de Mão do Rei no chão, o que fez com que Aerys o queimasse vivo pela afronta. Em seu lugar, ele nomeou Rossart, o chefe da Guilda dos Alquimistas e seu piromante favorito.

Durante o Saque de Porto Real, Aerys ordenou a Rossart que colocasse o plano em prática, incendiando a cidade. Ao saber disso, Jaime interceptou e matou Rossart e, em seguida, Aerys, evitando que a ordem chegasse a algum outro piromante. Nos dias seguintes, ele encontrou e matou os outros dois piromantes envolvidos na conspiração, Garigus e Belis.

Ainda assim, o fogovivo continua onde o deixaram. Durante a Guerra dos Cinco Reis, quando Tyrion Lannister encomendou da Guilda o fogovivo para a defesa da cidade, ficou sabendo que andavam encontrando depósitos secretos com frascos da substância, sendo que a Guilda não sabia explicar como haviam ido parar lá. Tyrion utilizou muitos desses frascos durante a Batalha da Água Negra.[1]

Envolvidos na ConspiraçãoEditar

  • Rei Aerys II
  • Lorde Rossart, da Guilda dos Alquimistas
  • Garigus, da Guilda dos Alquimistas
  • Belis, da Guilda dos Alquimistas

CitaçõesEditar

"Os traidores querem a minha cidade, mas não lhes darei nada a não ser cinzas. Que Robert seja rei de ossos carbonizados e carne esturricada."
―Rei Aerys, o Louco, para Rossart.


ReferênciasEditar

  1. 1,0 1,1 A Tormenta de Espadas, Capítulo 37, Jaime

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